segunda-feira, 20 de julho de 2009

Como funciona um Rolo


*Clique na imagem para ver maior.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Como a capa perfeita deveria ser

Antes de começar já quero deixar claro que este post é um "chupão" do blog Ideafixa com texto de Renato Faccini, que por sua vez traduziu do blog de Mark Waid, um dos grandes escritores de HQ dos EUA, editor-chefe da Boom!

Particularmente gostei do post não só por ser uma excelente referência, mas também por ser o que estou estudando atualmente na Panamericana.

“Essa é sem dúvida a melhor capa de revista em quadrinhos que eu vi nos últimos tempos, talvez no ano inteiro: THE SPIRIT nº 29, da DC Comics, desenhada por Paul Rivoche. É uma aula de tudo que uma capa deveria ser, e eu vou usá-la como exemplo de “como fazer certo” pelo resto da minha vida. Vamos dar uma olhada:

1) É mais do que uma simples imagem; ela conta uma história. Seus olhos vão primeiro direto ao Spirit, depois à garota, depois ao fato de que cada um deles está olhando para seu relógio, e a linguagem corporal deixa claro que um está esperando o outro. E então seus olhos descem até onde a bomba está colocada. Depois você vê o horário na bomba. Depois seus olhos vagueiam de volta para cima até o relógio digital e você nota que falta 1 minuto para a explosão. Meu deus, essa capa implora que você abra a revista para descobrir o que vai acontecer.

2) Ela está perfeitamente colorida. PER-FEI-TA-MEN-TE. Os olhos imediatamente vão até o Spirit, o personagem central da revista, em seu azul encorpado. A visão naturalmente cai para a esquerda, encontrando a mulher em suas cores brilhantes porém secundárias. Depois os olhos descem até o vermelho vivo da bomba. E as mangas do vilão são coloridas espetacularmente-aparecendo apenas o suficiente para serem visíveis, não se perdendo em meio ao cinza da plataforma do trem e não se destacando antes que você veja a bomba ou perca seu foco. Os 2 elementos mais importantes da ilustração – o herói e a bomba – são os elementos que se destacam mais claramente, como deveria ser. O logo tem sua cor precisamente retirada de outras cores na ilustração, e ainda assim é perfeitamente legível. Se alguém tivesse feito esse logo, digamos, vermelho vivo, eu teria que bater nessa pessoa. Isso teria arruinado o balanço da capa toda. Da mesma maneira, se os braços do vilão fossem gritantes para chamar atenção, eles brigariam para serem vistos primeiro e teriam estragado a composição.

3) O desenho em si tem a precisão de um ônibus espacial. Tudo aponta em direção às duas figuras principais. Tudo. Os papéis voando. Os braços do vilão. O trem. Os trilhos na parte de cima. O relógio digital, meu deus. A LÂMPADA EM CIMA DO SPIRIT. E ainda assim nenhum desses elementos atrapalha ou chama muita atenção para si mesmo.

Eu tenho sido, como todas as pessoas espertas, fã do trabalho do Paul por muito tempo, mas esse é um gol da harmonia. Jovens ilustradores, jovens editores, quando em dúvida, façam isso. Isso é uma capa. Eu vou usá-la como objeto de ensino de agora em diante.”

domingo, 12 de julho de 2009

Catraca Livre


Cara, São paulo é uma cidade cheia de diversidade e opções culturais - pagas e gratuitas - meu problema como novato na cidade era encontrar essas opções. Mas agora meus finais de semana de tédio estão salvos! Graças ao Catracalivre, que posta constantemente uma porrada de eventos na faixa, que rolam na cidade, desde cursos a shows internacionais.

O Catraca Livre é um guia da cidade de São Paulo. É uma agenda cultural do que há de melhor e de graça na cidade; é também um olhar sobre os talentos, as pessoas e invenções, que criam novos caminhos para a metrópole.

O Catraca Livre é a cidade, a arte, a cultura, a educação e seus personagens todos. É um jornalismo apaixonado por São Paulo: curioso em descobrir a cidade e dedicado a apresentar o que descobre.
- Texto do Site.

Confiram clicando na imagem!



quarta-feira, 1 de julho de 2009

Vik Muniz


”Há 25 anos radicado em Nova Iorque, Vik Muniz, 47, construiu uma carreira singular. Conseguiu atrair a atenção da comunidade artística internacional com fotografias de trabalhos realizados a partir de técnicas variadas e materiais quase sempre inusitados - como a Mona Lisa feita de pasta de amendoim, o Che Guevara desenhado em geléia ou o retrato de Elizabeth Taylor montado a partir de centenas de pequenos diamantes. Mais recentemente, voltou a surpreender o mundo com a série de imagens feitas a partir de lixo. A originalidade de sua obra lhe garantiu o reconhecimento da crítica e o estabeleceu como um dos criadores mais incensados da arte contemporânea, presente no acervo dos principais museus do mundo.
Texto: http://masp.uol.com.br/

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